Crimes podem ser evitados com o uso da inteligência dos equipamentos de segurança

Aí você sai do trabalho e vai direto para casa. Quando chega, percebe que a porta está aberta. É claro que fica com medo porque já começa a desconfiar. Ao tomar coragem e entrar, vê uma bagunça na cozinha, a sala cheia de coisas quebradas e o quarto todo revirado. Além disso, nota que alguns aparelhos e joias simplesmente sumiram. Neste momento, já com muita angústia, entende o que aconteceu por ali: um furto.

Há pessoas passando por isso exatamente agora, enquanto você lê, porque tem se tornado cada vez mais comum. As páginas de notícias estão lotadas de casos assim. Somente no estado de São Paulo, por exemplo, são, em média, 12 mil furtos e roubos a condomínios e casas por ano, de acordo com o Sistema de Informações Criminais (Infocrim).

É comum, inclusive, o suspeito fingir ser um morador do condomínio, entrar em um apartamento, furtar e ir embora. “Mas como isso acontece”? Você se pergunta. Muitas vezes, por conta de uma estrutura de segurança inadequada. O gerente de canais da Seventh no interior de São Paulo, Edmar Ventura, é categórico: “é preciso usar a inteligência dos equipamentos para ter um ambiente mais seguro”.

Veja abaixo como deixar um condomínio mais seguro e inteligente para evitar esses casos que se repetem todos os dias.

Inteligência artificial

Segundo Edmar, locais onde há pessoas, seja morando, trabalhando ou, apenas, seguindo o fluxo, precisam de um circuito de videomonitoramento (CFTV), para que os espaços tenham cobertura de imagens; gestão de acessos, para que se tenha total controle de quem entra, permanence e sai dali; e, por fim, um sistema de alarmes. 

Mas ele argumenta que pouco adianta ter todos os equipamentos possíveis sem trabalhar os analíticos embarcados desses dispositivos de segurança ou a própria inteligência das soluções para monitoramento, como o D-Guard. É necessário, segundo ele, criar barreiras, cercas virtuais e reconhecimento de pessoas, por exemplo, para que eventos sejam gerados quando algo suspeito acontecer

“Por exemplo, em um lugar de difícil acesso, eu não tenho a necessidade de ficar com a tela da câmera aberta o tempo todo naquele local, mas eu tenho que dar inteligência ao equipamento para quando aquele lugar for invadido, o sistema envie um alerta e a atenção dos operadores se volte para lá. Ou seja, eu não quero que o operador fique procurando um problema, mas que ele seja avisado assim que acontecer”, detalha.

Na gestão de acessos, além dos dispositivos de biometria, leitura facial e tag’s, para ter o controle e relatórios de quem entra e sai, é recomendada a configuração da leitura de placas veiculares (LPR). Assim, se um veículo não cadastrado no Situator, solução da Seventh para controle de acesso, for usado para acessar o local, o sistema vai identificar a placa suspeita e emitir um alerta para o operador.

Integração total

Além disso, Ventura lembra que os equipamentos precisam trabalhar em conjunto para que, em situações de ocorrência, ações possam ser adotadas com agilidade. Uma integração total entre os dispositivos é necessária para aumentar a segurança e, até mesmo, receber avisos caso um dispositivo apresente um problema.

“A nossa diferença entre todos, pode comparar, é o nível de integração que temos. Mas é bom saber qual o uso você vai dar para essa integração. Por exemplo: em um sistema totalmente integrado, se uma cerca elétrica dispara, automaticamente a speed dome (câmera controlada remotamente) vai lá e dá um foco no local. Sem integração entre os equipamentos, o operador tem que usar o joystick e ficar procurando”, explica.

Uma das características mais fortes dos sistemas da Seventh é a integração com dispositivos multimarcas do mercado. Isso quer dizer que essas soluções podem ser incorporadas a muitos equipamentos eletrônicos de segurança, mais de 8 mil.

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