3 maneiras de ingressar no mercado de portaria remota

Nos últimos dois anos, o Brasil registrou recorde no número de novas empresas abertas. Somente em 2020, foram cerca de 20 milhões de negócios ativos. Muitas pessoas têm procurado empreender, seja criando algo do zero ou expandindo a atuação, e o segmento de segurança eletrônica tem atraído muitos desses profissionais. Isto porque o setor tem registrado constante crescimento ao longo dos anos, fechando 2021 com mais de R$ 9 bilhões em faturamento.

Um dos mercados em plena expansão na área de segurança é o de Portaria Remota. Milhares de condomínios têm aderido a esta modalidade, que garante mais proteção e redução de custos aos complexos, sejam eles residenciais ou empresariais.

Entretanto, um obstáculo para começar no ramo é a necessidade de estruturar e manter uma central de controle, para gerenciar toda a parte operacional do negócio 24 horas por dia. “Uma central de monitoramento para portaria remota deve ter nobreaks, geradores e redundância de internet para que caso ocorra alguma interrupção na rede elétrica ou congestionamento no link de internet, tudo continue funcionando de maneira consistente. Além disso, é necessário contratar operadores diurnos e noturnos, ter uma boa opção de comunicação via VoIP, além de um sistema de videomonitoramento personalizado”, explica Thiago Compri, especialista em segurança e diretor da Égide Service. “Por ser o que há de mais moderno em proteção para condomínios, é necessário que o empreendedor tenha infraestrutura tecnológica, atendimento de excelência e suporte constante”, disse Thiago.

Para ajudar os profissionais que estão interessados em ingressar no mercado de portaria remota, listamos abaixo três principais formas de viabilizar o negócio. Confira!

 1. Abrir uma empresa do zero

Abrir a empresa do zero é a maneira mais desafiadora, pois requer investimento elevado e alta probabilidade de cometer erros, uma vez que o negócio ainda está começando. Além disso, os ciclos de venda de uma portaria remota são longos, pois dependem de uma série de decisões e mudanças por parte dos condomínios, o que exige do empresário um bom capital de giro.

2.  Adquirir uma empresa já em operação

Muitas empresas que começam do zero acabam não conseguindo o retorno esperado e decidem passar o negócio para outra pessoa. Essa pode ser uma oportunidade para quem busca investir em portaria remota, mas ainda tem o desafio de manter a empresa durante o processo de fechamento de contratos, além da necessidade de buscar capacitação para realizar um monitoramento e atendimento de alta qualidade.

3. Terceirizar o serviço de central de monitoramento

A terceirização da central de controle requer um custo inicial bem menor do que as outras opções, e toda a parte operacional do negócio fica à cargo da empresa contratada, desde o monitoramento do condomínio até o atendimento dos visitantes, fornecedores e moradores.

Além disso, o profissional não precisa investir em um ponto comercial, móveis, equipamentos e na contratação de uma equipe.

“Com a central de monitoramento terceirizada, a empresa tem a oportunidade de focar na parte comercial do negócio, que é a concretização das vendas, e ele só terá gastos operacionais quando o projeto tiver iniciado”, falou Thiago Compri. “Muitas empresas não conseguem se manter porque tem um custo trabalhista alto, são cerca de quatro funcionários (pelo menos) com salários, férias, décimo terceiro, entre outras despesas. Ao terceirizar a central, essas responsabilidades também ficam com a prestadora do serviço”, completou o diretor.

A Égide Service é uma das maiores empresas de terceirização de centrais de monitoramento e segurança eletrônica do Brasil. A empresa realiza toda a parte de atendimento e vigilância, permitindo ao profissional de segurança focar nas vendas e no crescimento da sua empresa.

Para saber mais como funciona e como implementar este serviço, entre em contato com a Égide Service, acesse: www.egideservice.com.br.

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