O mundo precisa voltar os olhos para a gestão de risco em grandes eventos

Por Sami Roumieh, da GSC Segurança

Há algum tempo a sigla o GRC – Governança, Risco e Compliance, tem dominado o mercado, um conjunto de conceitos que tem como objetivo reduzir as ameaças de alguma organização. Portanto, seu significado baseia-se em: Governança – definição de quem decide o que, quando e como; Riscos – análise de possíveis ameaças referentes a organização; Compliance – constante vigilância interna para assegurar que a organização esteja seguindo as regras estabelecidas.

Quando pensamos em técnicas de gestão de risco voltada para o mercado de megaeventos, temos que automaticamente voltarmos os olhos paras as ações de GRC. Por trás de eventos como shows, festas, queimas de fogos, há um bom planejamento que requer conhecimento técnico. Vejamos o caso das Olimpíadas de Tokyo 2020, o Japão buscou se preparar analisando os erros do passado de infraestrutura e segurança para aprender e não os cometer novamente.

Por exemplo, nos Jogos Olímpicos de inverno na Correia do Sul, em 2018, que aconteceu em Pyeongchang, houve um ataque cibernético durante a cerimônia de abertura, que derrubou o acesso à página oficial dos jogos, bloqueando o funcionamento do Wi-Fi, internet e televisão no estádio, gerando grande stress para os organizadores, participantes e imprensa que cobriam o evento. E a pergunta a ser realizada neste momento é: Teríamos como evitar esse ataque?

Sim, poderia ter sido evitado essa situação, caso em toda a estruturação dos jogos tivessem lidado com um gerenciamento de risco, garantindo a segurança dos dados e também das pessoas envolvidas.

Mas não são apenas os ataques cibernéticos que precisam ser analisados, dentro dos eventos, a preparação e estruturação da segurança dos envolvidos são de extrema importância. É justamente isso que a GSC Segurança, vem trabalhando nas últimas duas décadas aqui no Brasil. Por trás de eventos como shows, festas, queimas de fogos, há um bom planejamento que requer conhecimento técnico.

Visto isso, a escolha de um bom local, que comporte o número de pessoas para que não haja superlotação e coloque em risco a segurança do público é de extrema importância, bem como a análise das redondezas do evento, se informar se há muito histórico de assaltos, se a documentação e sistema de segurança estão em conformes.

Dentro desses pontos de atenção, a portaria da Polícia Federal define grandes eventos aqueles que ultrapassem de 3 mil pessoas dentro de um espaço, e para sua realização é preciso ter como principais aspectos de vigilância a data de validade do alvará de funcionamento do loca, proteção contra incêndios e a capacidade máxima de pessoas que o ambiente comportar.

Uma das grandes dificuldades de todos os mercados é pensar em prevenção de risco, após o risco já estar acontecendo. Para isso que serve os estudos e a tecnologia de ponta de empresas que aplicam GRC, que trabalharam na parte de segurança tecnológica e integração de soluções juntamente com outros envolvidos para prevenir e construir uma muralha de proteção. Desde uma brigada de incêndio, até um ataque hacker ao sistema do evento.

Após mais de um ano e meio de pandemia, o Brasil está se preparando para a retomada de eventos presenciais, o que precisará contar com um esquema de segurança muito mais forte e eficaz. Como por exemplo, controle de acesso, as câmeras de segurança com vídeos analíticos, que poderão indicar aglomeração, medir febre, detectar o uso de máscara e contabilizar o número de pessoas dentro do ambiente. Essas são apenas algumas das tecnologias que a GSC Segurança aplica para o mercado brasileiro.

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