Mercado de segurança eletrônica prevê crescimento de 10% em 2019

O setor de segurança eletrônica faturou no ano passado R$ 6,52 bilhões no país, alta de 8% frente ao ano anterior – e para 2019 as oportunidades podem ser ainda maiores. Alavancado por novas tecnologias que facilitaram a instalação e o uso de soluções de segurança, o mercado se prepara para oferecer cada vez mais projetos residenciais. Hoje, são cerca de 815 mil imóveis com sistemas eletrônicos de segurança no país e, no último ano, 69% dos prestadores de serviços atenderam projetos para residências.

Os dados são da Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica, realizada pela SMG com exclusividade para a ABESE com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país, que também indicou que entre as soluções mais buscadas estão: videomonitoramento e sistemas de alarme com e sem fioSegundo a ABESE, o setor espera fechar o ano com crescimento de 10%.

“A estimativa indica que, mais do que números, haverá o crescimento da participação do setor na sociedade – abarcando o setor público, privado e, agora, residencial. A busca por soluções de tecnologia está baseada na sensação e insegurança que assusta principalmente os centros urbanos”, explica Selma Migliori, presidente da ABESE.

Segundo dados da Social Progress Imperative, o Brasil é o 11º país mais inseguro do mundo, o que reflete em um grande potencial para que câmeras de videomonitoramento e alarmes atuem para assegurar a segurança patrimonial e física dos cidadãos.

Atualmente, as câmeras IP e analógicas são os produtos mais vendidos do setor de segurança pública e patrimonial. Juntas representam 66% das vendas no Brasil. E para 2019 novas soluções devem chegar ao consumidor final, 95% da indústria pretende lançar novos produtos este ano – o que deve aquecer ainda mais o bom momento do setor.

Para os próximos três anos o setor espera integrar cada vez mais soluções e oferecer serviços cada vez mais intuitivos. A aposta para o futuro gira em torno do uso de aplicativos de segurança em dispositivos móveis, plataformas na nuvem para integração de sistemas de hardware e software, automação residencial integrada ao sistema de alarme, e a participação maior da tecnologia IoT.

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