Entenda porque a sua empresa precisa de dispositivos para gestão de acessos

Para uma empresa ter segurança, já não é mais necessário aquele sistema visível e que, em alguns casos, até assusta: homens e mulheres fortemente armados, portas de metal, placas de alerta etc. Também vai depender do tipo de negócio, mas, atualmente, ferramentas tecnológicas de controle de acesso dão proteção e de um jeito mais discreto.

O investimento nesse tipo de tecnologia não traz, somente, segurança com o controle de quem entra e sai de um lugar. As atividades de uma empresa também podem ser automatizadas e agilizadas com o uso de dispositivos avançados e softwares integrados que registram os acessos e geram relatórios.

Vantagens

Em muitas empresas, quando a pessoa chega na entrada não vê ninguém na portaria. Há na parede apenas um dispositivo com câmera e uma tela, similar a um tablet. Em alguns casos, há um botão para chamada. Este é, apenas, um exemplo de aparelho usado para o controle de acesso.

Para entrar, a pessoa deve usar a biometria, reconhecimento facial, senha ou tag. No caso de um prestador de serviço ou visitante, aperta o botão de chamada. Nesta última situação, um operador, seja de uma central de monitoramento – no caso de uma portaria remota – ou da própria empresa, atende ao chamado, checa as informações da pessoa, confirma se alguém estava à espera de uma entrega, por exemplo, para, depois desse filtro, liberar a entrada.

Ou seja, não há nenhum contato pessoal neste processo. Inclusive, o sistema é pertinente para este momento de pandemia, em que é recomendado o distanciamento. Há equipamentos de controle de acesso que, inclusive, avaliam a temperatura corporal da pessoa. E se o sistema detectar febre, emite um alerta para a gestão e restringe a entrada.

Os estacionamentos das empresas também podem ter controle de acesso. Neste caso, os dispositivos mais usados são os que leem código de barras ou QR’s, muito comuns em shopping; e as antenas UHF para reconhecimento de tag veicular, vistas em condomínios e pedágios.

Se o sistema estiver integrado com uma solução para gerenciamento de imagens, também é possível identificar quem acessa o estacionamento pela leitura de placas veiculares (LPR). Se o recurso estiver interligado a sistemas de segurança pública, dá para detectar, em tempo real, carros e motos roubados ou usados para cometer crimes.

Agilidade e área restrita

É possível ter controle de acesso, até mesmo, em ambientes internos de empresas e indústrias. Na área de laboratórios de universidades, por exemplo, é comum ter esse tipo de tecnologia, já que nessas salas há produtos sensíveis e perigosos. Ou seja, nem todo colaborador pode entrar.

Em empresas de tecnologia, por exemplo, onde há data center, uma sala com temperatura controlada para abrigar servidores, apenas quem tem permissão de acesso, como um técnico com biometria cadastrada, por exemplo, pode entrar. Há casos em que nem mesmo gestores acessam esses espaços considerados mais vulneráveis.

Esse tipo de sistema também permite agilizar o andamento de atividades em algumas empresas, como explica o gerente de produto, Fabrício Paz.

“A gente pode pegar o exemplo de um cliente nosso que fazia o controle de acesso veicular de carretas em um pátio de carga e descarga. O gerenciamento do acesso dele era totalmente manual, feito por uma planilha, ou seja, com controle de ambiente reduzido. Depois que ele começou a usar o Situator e o D-Guard, foi implementado um controle de acesso por leitura de placas (LPR), em que a câmera faz a captura da placa e o Situator se encarrega de autorizar a entrada mediante as regras de acesso. Com isso, o cliente ganhou agilidade no acesso e segurança, além de poder auditar as entradas ao pátio”, detalha o gerente do Situator.

Registro dos dados

Quando os dispositivos que controlam a entrada e saída de pessoas são usados, esses equipamentos produzem informações: quem acessou o espaço, quando acessou, quem saiu depois do horário, tempo de permanência das pessoas, quantos visitantes chegaram, horário de maior movimentação, dia de maior fluxo e outros registros e históricos.

Para isso, são necessários softwares que se comuniquem com os equipamentos. É o que faz o Situator, solução da Seventh para gestão de acesso, eventos (PSIM) e portaria remota, que tem integração com os dispositivos mais usados do mercado. Quando é usado em conjunto com o D-Guard, sistema da Seventh para gerenciamento das imagens de videomonitoramento, potencializa a segurança por conta dos recursos de vídeo.

Por isso que a integração entre equipamentos e softwares é importante. Assim, é possível ter mais controle de quem entra e sai, evitando o acesso de pessoas má intencionadas, processos são agilizados no ambiente industrial e empresarial, além de se ter todos os registros e relatórios do que acontece no ambiente monitorado.

A Seventh é uma empresa de tecnologia que desenvolve softwares voltados para a segurança eletrônica. As soluções para videomonitoramento e controle de acesso estão presentes em mais de 10 mil projetos de segurança e são usadas por mais de 500 empresas de monitoramento do Brasil. Veja o que nossos parceiros dizem sobre os sistemas.

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