Conheça os recursos de soluções da Seventh que estão de acordo com a LGPD

D-Guard e Situator têm ferramentas que podem preservar dados sensíveis de usuários dos sistemas

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que tem o objetivo de proteger informações sensíveis das pessoas, está valendo de forma plena desde o último domingo (1). Isso significa que penalizações podem ser aplicadas, caso órgãos reguladores identifiquem empresas que ignoram as regras.

As soluções da Seventh, D-Guard e Situator, têm recursos que estão de acordo com a LGPD e, consequentemente, podem preservar empresas e centrais de monitoramento que utilizam os sistemas para videomonitoramento, gestão de eventos, portaria remota e controle de acesso, além de trazer mais privacidade.

A Coleta

Para manter a segurança de um lugar, o operador de videomonitoramento, portaria remota e controle de acesso registra dados pessoais nos softwares de trabalho diariamente. Para um visitante ou prestador de serviço entrar em um condomínio residencial ou empresarial, as informações dessa pessoa precisam ser validadas nesses programas de segurança.

Porque é assim que se checa autorizações de entrada. Além disso, com essas informações a equipe de segurança tem relatórios e controle de quem acessa determinados espaços. Assim, pode elaborar estratégias de trabalho mais assertivas que auxiliam na tomada de decisões.

Mas como prevenir que esses dados, como CPF e telefone, por exemplo, sejam usados para outros fins? Veja abaixo os recursos integrados aos sistemas da Seventh que podem dar mais privacidade a quem usa as soluções da empresa e proteger quem faz o automonitoramento ou presta serviço de monitoramento de possíveis punições.

Mascaramento de dados

O Situator, solução da Seventh para gerenciamento de eventos, controle de acesso e portaria remota, tem um recurso que permite esconder dados de usuários do sistema. Na tela do programa, o operador tem acesso a apenas uma parte das informações de quem está cadastrado no software.

Operadores têm acesso a, somente, parte dos dados de usuários cadastrados no sistema

O mecanismo dá mais privacidade ao dono das informações, evita uma possível reprodução desses dados para fins duvidosos e, ao mesmo tempo, permite a identificação de quem precisa acessar certos ambientes. 

Nesse último caso, se uma pessoa estiver sem as credenciais de entrada, o operador pode perguntar quais são os últimos dígitos do CPF dela, por exemplo. Assim, ele vai cruzar os dados passados por essa pessoa, seja um morador, funcionário, visitante ou prestador de serviços, com os do sistema e, depois, validar o acesso.

Anonimização de informações

Dados armazenados no D-Guard, solução para videomonitoramento, e Situator podem ficar ocultos para o suporte e assistência técnica. Por meio desse recurso, os dados compartilhados com a Seventh para atendimento de suporte são anonimizados.

O recurso faz com que as informações sobre as pessoas e equipamentos, encaminhadas à equipe técnica da Seventh, sejam mascaradas de forma segura. O que reduz o risco de vazamento das informações originais.

Site Seguro

As soluções D-Guard e Situator têm suporte ao recurso de site seguro (HTTPS). Isso quer dizer que operadores e clientes finais podem acessar os sistemas, via navegador ou aplicativo, por meio de conexões seguras, com toda a comunicação criptografada. Basicamente, é uma arquitetura de segurança que bloqueia a interceptação de terceiros e, consequentemente, o furto de dados.

É opcional para o cliente (empresa de portaria remota, segurança ou integrador) ativar ou não a opção do site seguro, mas a medida, muito recomendada por especialistas da área, reforça a segurança dos dados, principalmente para o uso via internet.

A LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem o objetivo de regulamentar a coleta, o armazenamento e a manipulação de dados pessoais. A lei garante maior privacidade e, além disso, transparência em como as empresas lidam com as informações pessoais de colaboradores e clientes.

A LGPD está em vigor desde 2018, mas vale plenamente desde o último dia 1º. Ou seja, penalidades previstas, como advertência e multas, já podem ser aplicadas aos que descumprem a lei. Todos que trabalham com dados que possam identificar pessoas, inclusive empresas de sistemas de segurança, precisam se adaptar às regras para não sofrer punições.

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