Intelbras registra lucro de R$ 158,3 milhões no 2º tri de 2026, impulsionado por eficiência operacional e disciplina financeira

A Intelbras encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com indicadores que refletem a disciplina na execução das estratégias da companhia. O período foi marcado pela evolução estrutural dos negócios, com lucro líquido de R$ 158,3 milhões e margem líquida de 13,8%, representando um crescimento de 16,1% comparado ao 2T25 e aumento de 3,4% em relação ao 1T26.

A companhia reportou, ainda, uma receita operacional líquida de R$ 1,149 bilhão no trimestre, com crescimento sequencial de 3,5% em comparação ao primeiro trimestre do ano (1T26). Na comparação anual, a receita apresentou variação negativa de 7,8% frente ao 2T25, refletindo a forte base de comparação do ano anterior, quando houve concentração de faturamento após a normalização das operações impactadas pela transição do sistema ERP.

Ao longo do trimestre, a empresa manteve a priorização de negócios rentáveis e a disciplina na gestão de custos e despesas. A margem bruta avançou para 33,1% e as despesas operacionais permaneceram estáveis frente ao mesmo período de 2025. Destaque para o EBITDA, que atingiu R$ 168,9 milhões, um avanço de 8,1% sobre o trimestre anterior e de 9,4% frente ao 2T25, resultando em uma margem EBITDA de 14,7%.

Outro destaque foi a contínua evolução do ROIC (Retorno sobre o Capital Investido), que atingiu 18,8% nos últimos 12 meses, representando um avanço de 5,2 pontos percentuais na comparação com o 2T25, em linha com a prioridade da companhia de direcionar recursos para iniciativas com maior rentabilidade.

“O segundo trimestre de 2026 transcorreu conforme planejado e reflete as estratégias em execução desde o ano anterior. Nossos negócios evoluíram em rentabilidade e, em conjunto com uma alocação disciplinada de capital, seguimos nos aproximando dos níveis de retorno sobre o capital investido desejados”, destaca Henrique Fernandez, CEO da Intelbras.

O desempenho operacional da Intelbras refletiu o crescimento sequencial em todos os seus segmentos de atuação. Em Segurança, que representa 60% da receita consolidada, a companhia manteve estabilidade frente ao trimestre anterior, alinhada com as atividades comerciais do mercado. O segmento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) ampliou sua representatividade para 25% da receita, impulsionado por uma alta de 7% na comparação anual, enquanto Energia registrou 15% de participação, com foco na rentabilidade. Além disso, a companhia encerrou o período em posição de caixa líquido de R$ 585 milhões e deu início às obras de expansão da capacidade industrial na Zona Franca de Manaus.

Perspectivas 

A Intelbras concluiu o primeiro semestre com metas atingidas e segue no segundo semestre consciente do cenário de incertezas macroeconômicas globais, o que exige decisões pautadas em dados e alinhadas à estratégia de agregação de valor. A companhia mantém o foco na disciplina na execução comercial e no monitoramento das oportunidades, sustentando a construção de uma jornada de compras mais eficiente para os clientes em conjunto com os parceiros.

“A sequência do ano demanda prudência e foco na eficiência da execução. Dessa forma conduzimos o primeiro semestre e assim começamos o segundo, seguros de que estamos conduzindo os negócios de acordo com nossas ambições e possibilidades, entregando valor a nossos clientes, acionistas e colaboradores”, destaca Henrique Fernandez.

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