A 2ª edição do Brazil Global Risk Client discutiu como a convergência de inteligência, tecnologia e capital humano atua na mitigação de riscos físicos, cibernéticos e reputacionais para a alta liderança empresarial
Em um cenário de negócios cada vez mais complexo e polarizado, a segurança corporativa deixou de ser uma função meramente operacional e de retaguarda para se consolidar como um pilar estratégico de sobrevivência institucional. Diante da sofisticação de ameaças que conectam o mundo físico ao digital, a exposição de executivos C-Level e membros da alta liderança a riscos reputacionais, cibernéticos e de integridade física atingiu níveis sem precedentes.
Para debater essas tendências e apresentar as soluções que estão moldando a proteção de ativos estratégicos, a SegurPro, divisão de Segurança Física e de Tecnologia do Grupo Prosegur, realizou ontem, 22, em São Paulo, a 2ª edição do Brazil Global Risk Client. O evento reuniu gestores, diretores e especialistas para discutir o papel da Segurança Híbrida (modelo que integra hardware resistente, software inteligente e equipes altamente treinadas) na continuidade dos negócios e na governança de riscos em ambientes de alta criticidade.
A palestra principal do encontro foi conduzida por Gerson Borges, executivo sênior em gestão de riscos, segurança corporativa e gestão de crises na Baker Hughes. Com formação estratégica pela Escola de Guerra Naval e formação executiva pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Borges possui uma trajetória que combina experiência militar e atuação consolidada em multinacionais de setores críticos como o de energia.
O especialista abordou o tema “Risk Management – Gerenciando os Riscos nas Organizações Públicas e Empresariais”, trazendo sua experiência junto à alta liderança na implementação de modelos escaláveis de governança e resiliência corporativa.
A Convergência de Riscos e a Resiliência do C-Level
“Tradicionalmente, a segurança agia após a ocorrência de um incidente, mas o cenário atual exige a capacidade de se antecipar. Quando falamos da alta liderança, a mitigação de riscos precisa ser preditiva. A integração de tecnologia e inteligência de dados é o que separa uma operação resiliente de uma interrupção milionária ou de uma crise de imagem irreversível”, analisa Sérgio Souza, CEO da SegurPro, que estará presente no evento e lidera a transição definitiva da companhia para a era da segurança preventiva.
O encontro promoveu debates sobre como as grandes corporações têm evoluído de estruturas de proteção fragmentadas para modelos integrados de inteligência. Além da palestra de Gerson Borges, o evento contou com painéis formados por líderes de segurança de grandes companhias internacionais, incluindo executivos da Ares Management, Mondelēz International e Telefônica Brasil, replicando o formato de sucesso da edição do ano passado. Os debates irão se pautar na Governança de Riscos Híbridos (GRS), demonstrando como o monitoramento proativo baseado em inteligência artificial e analíticos de vídeo consegue blindar a reputação e as operações das empresas sem sobrecarregar o fator humano.
Dados e Inteligência Estratégica na Tomada de Decisão
A SegurPro tem acelerado seus aportes em inovação no mercado brasileiro, utilizando seu braço tecnológico e o contingente de seus 26 mil profissionais como sensores ativos em campo. Por meio de plataformas unificadas e ferramentas de Business Analytics (BA), a companhia transforma dados de rondas e relatórios de incidentes em hubs centralizados de inteligência, gerando impactos diretos no bottom-line (resultado financeiro) das organizações:
• Redução de custos: Respostas rápidas e mitigação de riscos diminuem o downtime (tempo de inatividade) operacional.
• Preservação de Ativos e Reputação: Blindagem integrada que conecta a segurança física à cibernética.
• Segurança do Trabalho: Monitoramento proativo de conformidade regulatória e proteção executiva.

