Segurança Perimetral: por que resolver um problema que pode ser evitado?

Especialista explica como realizar um projeto de segurança preventivo pelo menor custo por metro quadrado

Diariamente vemos nos noticiários manchetes como: “Criminosos invadem empresa, rendem funcionários e roubam dinheiro, máquinas e materiais”. Geralmente o modus operandi é o mesmo: a quadrilha entra no perímetro fortemente armada, faz os vigilantes e outros colaboradores de refém e a partir daí toda a empresa fica vulnerável à ação dos bandidos.

Em apenas alguns minutos, a companhia fica com um prejuízo de milhares, até milhões de reais, tudo porque o perímetro estava “protegido” com uma segurança passiva e ineficaz.

Toda essa ação criminosa bem-sucedida poderia ter sido evitada caso a planta tivesse um sistema proativo, que atua com a detecção de invasores a centenas de metros de distância da instalação, identificando e classificando o tipo de alvo que está tentando entrar no perímetro, seja pessoa, veículo terrestre, barco, drone, entre outros.

“Muitos locais apenas colocam cercas pelo perímetro, câmeras e postos de vigilantes na entrada e acreditam que estão protegidas, mas na verdade eles apenas colocaram um equipamento para gravar imagens e assistir depois, caso tenha uma ocorrência. A tecnologia avançou muito e agora temos soluções robustas que conseguem identificar até 100 alvos ao mesmo tempo a uma distância de mil metros do site, alertando em tempo real a central de controle sobre essa possível ocorrência. Dessa maneira a equipe de pronta resposta consegue agir antes mesmo dos invasores chegarem à instalação. Isso é segurança perimetral 3D”, explicou Hen Harel, especialista em segurança e diretor da Ôguen.

O especialista se refere a um conceito de segurança que garante monitoramento ativo 24 horas por dia através de radares, minas eletrônicas e drones. Com apenas um radar da empresa Magos, por exemplo, é possível cobrir uma área de 24 mil m² (modelo SR150) até 600 mil m² (modelo SR1000).

Para garantir uma vigilância sem brechas, os radares Magos são instalados a uma altura média de 15 metros, podendo chegar até a 60 metros, além disso, o equipamento conta com um feixe de abertura vertical de 30° e horizontal de 120°, garantindo uma visão sem zonas cegas.

Além disso, com o software MASS+AI embarcado no radar, é possível integrar um número ilimitado de câmeras, VMS e criar infinitas zonas de pré-alarme, alarme e de exclusão, permitindo assim um ajuste personalizado, de acordo com a demanda de cada instalação.

O radar israelense da Magos tem se destacado no mercado brasileiro por ter o melhor custo-benefício por metro quadrado. A solução é comercializada no Brasil através da Ôguen, representante oficial da empresa no país.

Para conhecer mais detalhes sobre os radares, acesse: www.oguen.com.

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