Nova solução Trilobit tem forte apelo de custo x benefício

Há quase 15 anos no mercado oferecendo soluções de segurança e controle de acesso, a Trilobit manteve sua filosofia de atuar no mercado via integradores e revendedores, mesmo diante da crise atual do país. Nesta entrevista, Luiz Henrique Nunes, Sócio e Diretor Comercial da Trilobit fala dos novos lançamentos da marca, parceiros homologados e cases de sucesso dos últimos anos.

Segurança Eletrônica: A Trilobit é uma empresa que atua faz tempo no segmento de segurança eletrônica, fale um pouco dessa história.
Luiz Henrique Nunes: A Trilobit foi criada a partir de uma empresa que atuava como integradora de sistemas de automação e acesso. Isso mudou a partir de abril de 2003, quando a empresa decidiu investir no desenvolvimento de produtos próprios, mantendo equipes internas para realizar todos os processos. Foram criados projetos eletrônicos, firmwares embarcados, softwares de alto nível e todo tipo de soluções para atender as demandas do mercado.
Focando sua atuação no mercado, a empresa definiu que trabalharia exclusivamente como fabricante, oferecendo seus produtos através de rede de integradores e revendedores e, por isso, criou equipes de treinamento, pré-venda e pós-venda, suporte técnico e uma eficiente estrutura comercial e administrativa para atender aos parceiros.

Segurança Eletrônica: E nesses quase 14 anos, quais os principais cases da Trilobit?
Luiz Henrique Nunes: É até difícil falar de cases principais quando a sua empresa tem bastante tempo de vida, a Trilobit é jovem e experiente ao mesmo tempo. Alguns projetos marcantes não podemos deixar de falar, como:

A Ford adotou o sistema Winspector como solução de segurança para o controle de acesso de funcionários, terceiros e visitantes em 2001, na época que a Trilobit estava para tornar-se independente de uma integradora. Permanecemos nesse case até hoje, 3 gerações do hardware Trilobit convivem, alguns com essa idade toda e ainda funcionando em sua plenitude.

Os 5º Jogos Mundiais Militares do CISM foram o maior evento esportivo militar já realizado no Brasil. O evento aconteceu na cidade do Rio de Janeiro, de 16 a 24 de julho de 2011, reunindo cerca de 8 mil participantes, sendo 6 mil atletas e 2 mil delegados vindos de mais de 110 países. Entre as várias opções de classe mundial para a gestão de segurança do evento, a escolha recaiu sobre o sistema de controle de acesso WinSpector, fabricado pela Trilobit.

A Trilobit desenvolveu para a Siemens uma solução que reconhece as pessoas pelas veias da palma da mão. O equipamento é usado para identificar as pessoas na entrada de áreas controladas.

A Trilobit também criou e elaborou uma excelente solução para o controle de acesso e monitoramento de agências bancárias. A técnica da dupla-custódia foi aplicada, exigindo que a autorização do acesso seja validada pelo operador da central de monitoramento, além de ter painel de alarme e permitir a abertura das agências.

Desde novembro de 2010 a Trilobit já forneceu mais de 4.000 controladoras para uma instituição financeira de grande porte. Atualmente nossa empresa está desenvolvendo uma solução de autoatendimento para que esse cliente inclua em seus prédios administrativos.

Podemos citar outros como Cacau Show, Unilever, Ambev, Honda, Ultracargo, aeroportos de Brasília e Palmas, Eurofarma, Fleury, condomínios Alphaville e Damha, Colégio Miguel de Cervantes, Pró-Vida, a lista é enorme.

Segurança Eletrônica: A Trilobit mudou a gestão, mas não mudou a atuação através do programa de relacionamento?
Luiz Henrique Nunes: Desde janeiro de 2015 o executivo José Roberto Dias e eu estamos na sociedade e assumimos a gestão da empresa. Ambos possuímos bastante experiência no mercado e somos reconhecidos por atuar exclusivamente com integradores, trabalhando com políticas comerciais sempre com regras claras, fortalecendo ainda mais o compromisso histórico da Trilobit de atendimento aos seus parceiros através do “Programa de Relacionamento”.

Segurança Eletrônica: Fale mais sobre a atuação. Como a Trilobit enxerga o mercado?
Luiz Henrique Nunes: Com a retração do mercado devido à instabilidade política de 2016, muitos fabricantes concorrentes foram atender diretamente ao cliente final. Mantendo-se firme em sua vocação, a Trilobit não só permaneceu atuando via integradores, mas ainda fortaleceu seu DNA, ficando sozinha nessa atuação B2B.
A Trilobit mantém um “Programa de Relacionamento” que regra a atuação exclusivamente com parceiros homologados. Os treinamentos são realizados visando a certificação e agora, com a criação da Universidade Trilobit (www.universidadetrilobit.com.br), estamos implantando o EAD (ensino a distância) para facilitar o acesso dos técnicos ao material didático criado pela empresa. A certificação da Trilobit é tão valiosa que em currículos de empregos os técnicos citam essa vantagem. Para 2017 acreditamos na recuperação da economia e para isso nos preparamos bem.

Segurança Eletrônica: Então podemos dizer que a Trilobit vai continuar investindo em novas soluções e produtos? Qual a estratégia para aumentar a participação do mercado?
Luiz Henrique Nunes: Sim! Estão chegando novos produtos para completar a linha atual, como: sensores biométricos, inclusive um facial e coletores novos. Além dos consagrados sistemas Winspector Smart e Prime, teremos um grande lançamento agora para ocupar uma fatia importante no mercado conhecida como SMB (small medium business): sistema T-Plus Start Edition e T-Plus, com a exclusiva controladora TRI Jobs. A estratégia é colocar o T-Plus SE no mercado a preços competitivos. Como o prazo de pagamento pode ser parcelado em até 60 meses, facilitando a comercialização pelos parceiros homologados, a Trilobit criou um pacote de serviços para que o parceiro possa ter tranquilidade, rapidez e baixo custo no atendimento de pós-vendas e manutenção.

Segurança Eletrônica: E por que criar um novo sistema? E como é o novo sistema T-Plus com o hardware TRI Jobs? Quais as vantagens?
Luiz Henrique Nunes: O crescimento da demanda com segurança dentro das companhias caminha com a expansão do próprio negócio. Pensando nisso, a Trilobit quebrou paradigmas e criou o sistema T-Plus, uma solução escalável para crescer junto com as necessidades de seus clientes, entrando justamente nesse segmento denominado SMB (small medium business). Trata-se de uma arquitetura integrada e com ferramentas poderosas para a gestão de segurança.
A solução de entrada da família T-Plus é o T-Plus Start Edition, que entrega as funcionalidades essenciais para o plano de segurança das empresas com pacotes na medida para cada necessidade. Uma plataforma de Controle de Acesso robusta como a T-Plus não poderia estar completa sem uma controladora desenvolvida na medida certa, contando com o conhecido Know-How da Trilobit. Trata-se de um hardware com um alto nível de confiabilidade, aliado a funções de alto desempenho.

Segurança Eletrônica: Como a Trilobit enxerga a chegada de uma nova revista para o segmento como a Segurança Eletrônica?
Luiz Henrique Nunes: Para gente competente tem sempre espaço. O mercado é carente de informação mais leve, mais fácil de digerir. Não dá para falarmos apenas linguagem técnica, os usuários de sistemas de segurança precisam compreender aquilo que pode ajudá-los na missão corporativa de planejar a gestão de um item fundamental como a segurança. A capacidade de falar fácil, com poder de argumentação e foco certo é uma das características do diretor desta revista. Por isso, ao saber da novidade, o nosso diretor executivo, José Roberto Dias, tratou imediatamente de confirmar a participação da Trilobit no evento que será realizado pela revista no final do ano.

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