Mercado Livre destaca inovações tecnológicas obtidas com soluções Genetec em evento da Câmara de Comércio Brasil Canadá

Líder de tecnologia do e-commerce, que já trabalhou na Vale por 15 anos, abordou parceria com a Genetec nas duas empresas, ressaltando parceria sinérgica na cocriação de projetos a fim de garantir segurança, melhor gestão operacional e insights valiosos para os negócios

Recentemente, Marcelo Teixeira, líder de Tecnologia do Mercado Livre para a América Latina, e Michel Ricardo da Silva, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Genetec para América Latina, participaram do Summit Brasil Canadá, promovido pela Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC), em comemoração aos 50 anos da instituição no Brasil.

No evento, os executivos discutiram “Tecnologia e inovação aplicadas aos negócios” e Teixeira abordou sua experiência com inovação tecnológica na parceria estratégica que tem com a empresa canadense desde a época em que trabalhava na Vale. “Apesar de ser engenheiro de formação, eu não acredito na implementação da tecnologia pela tecnologia. É preciso ter um propósito para adoção de uma solução tecnológica, ela tem de resolver um problema e contribuir para melhorar a gestão dos negócios da companhia”, afirmou o líder de Tecnologia do e-commerce latino-americano.

Segundo Teixeira, o Mercado Livre está agora em uma fase de entender suas necessidades nos diferentes países e de cocriar as melhores soluções e está contando com o apoio da Genetec para isto, contemplando desde a segurança patrimonial, dos ativos e das pessoas, até a cibersegurança dos equipamentos que compõem o projeto.

“Entendemos que a empresa ao buscar a tecnologia para resolver um problema deseja inovar e a Genetec investe constantemente para auxiliar neste objetivo, contribuindo para reduzir taxas de incidentes (roubos, incêndios, apagões), diminuir custos, aumentar a produtividade, obtenção de melhor eficiência energética e gestão dos ambientes empresariais. Para isto, certificamos os equipamentos que compõem nossos projetos para que garantam cibersegurança e privacidade”, explicou Silva.

Esse posicionamento da Genetec é fundamental hoje devido à forte transformação digital pela qual passa o setor varejista, inclusive com a ampla adoção de novas tecnologias, como Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA), entre outras. “Hoje, os dispositivos IoT, assim como IA, trazem grandes mudanças ao modus operandi do varejo, com benefícios evidentes às operações, mas também são portas de entrada para ataques cibernéticos e nossas soluções estão preparadas para ajudar os varejistas a se defenderem”, ressaltou Silva.

Teixeira destacou que IA é a tecnologia que está dominando as discussões em 2023 e que a tendência é que sua adoção se intensifique ainda mais em 2024. “IA não é uma novidade, pois na Vale, os caminhões utilizados nas minas, por exemplo, já são autônomos há anos e trabalham 24×7, com seus operadores os controlando remotamente. No Mercado Livre, nosso objetivo é cocriar um projeto que nos permita monitorar, controlar, analisar e obter informações importantes de toda a jornada de acesso, de trabalho e logística de nossas operações”, detalhou o líder de Tecnologia do e-commerce.

De acordo com Teixeira, é interessante ter IA desde o controle e acesso para, por exemplo, oferecer climatização correta nos escritórios e centros de distribuição de modo a agradar a todos os colaboradores e garantir a conservação dos produtos em áreas específicas. “Esta é só uma de uma série de automações que podem ser feitas. Quando se fala em gestão de vídeos, a adoção de IA, abre um horizonte infinito”, comentou o executivo do Mercado Livre.

Com o volume absurdo de dados a serem armazenados e processados hoje a demanda por velocidade e qualidade de análise para obtenção de informações relevantes é gigantesca, sendo um campo no qual IA pode ajudar muito. Porém, quem abastece os bancos de dados são seres humanos e outras tecnologias IA, que podem ser sérias ou maliciosas, o que tende a ampliar muito a demanda por segurança no geral. “Hoje, temos dentro de casa e nas empresas diversos equipamentos como câmeras, televisores, refrigeradores, máquinas industriais que podem ser portas de entrada para hackers. Apesar de muito se falar em segurança e cibersegurança, muitas empresas brasileiras ainda precisam despertar para a real vulnerabilidade de seus negócios e começar a avaliar e a investir na proteção de seu patrimônio, de suas pessoas, parceiros e clientes, bem como de seu bem mais precioso – a reputação”, concluiu Silva.

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