Lotérica reduz custo na gestão de numerário e zera perdas com cofre inteligente

Cansado de assaltos e de perder horas do dia fazendo a contagem das cédulas, o empresário José Eduardo Nogueira de Andrade, o Edu Brasília, resolveu apostar no Intelisafe, o cofre inteligente da Sesami

O Brasil registra cerca de 13 mil casas lotéricas no país, segundo dados da Caixa. No ano passado, a loteria completou 60 anos de existência, com a melhor arrecadação de sua história: R$ 23,2 bilhões. São milhares de reais que circulam diariamente em cada unidade, o que exige segurança e agilidade nas operações.

Cansado de assaltos e de perder horas do dia fazendo a contagem das cédulas, o empresário José Eduardo Nogueira de Andrade, o Edu Brasília, resolveu apostar no Intelisafe, o cofre inteligente da Sesami, empresa que é referência em soluções efetivas e inovadoras para segurança, produtividade e gestão nos segmentos de varejo, bancos e transporte. “Muitos lotéricos acham o manuseio de numerário entediante ou muito difícil e não se atentam para possíveis problemas que podem acontecer. A tecnologia veio para facilitar a nossa vida”, diz.

Com o Intelisafe, Edu Brasília, dono de três casas lotéricas na capital federal (duas no Gama e uma no Noroeste), que juntas movimentam cerca de 6 mil clientes por mês, conseguiu zerar os assaltos e reduziu em cerca de 30% os custos de sua operação. “Desde que passamos a utilizar o cofre inteligente acabamos com os assaltos. Bandido, quando sabe que a casa tem o Intelisafe, não vem mais. O cofre tradicional é só cimento e brita para ficar pesado, com uma chave de fenda e um pé de cabra o ladrão abre o equipamento em dois minutos. Com o cofre inteligente isso não existe, é segurança total”, compara.

Eficiência operacional da equipe – Além da segurança, Edu aponta o ganho de produtividade de toda a sua equipe. “Antes dos cofres inteligentes, fazíamos a contagem do numerário manualmente. Fazer o processo no braço de um caixa é uma coisa, mas de sete perdíamos muito tempo. Gastávamos em média quatro horas, hoje não levamos dez minutos”, compara o empresário.

Para entender o processo, sem o cofre, a operadora de caixa fazia a contagem, que passava para o time de tesouraria promover a conferência e que, por fim, retransmitia para Edu para uma nova recontagem e a posterior a liberação do dinheiro para a transportadora de valores.

“A automação dos processos de gestão de numerário gera importantes reduções de custo para o empresário, além de muitos outros benefícios relacionados à eficiência e otimização do tempo”, revela Marcelo Almeida, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Sesami. Hoje, chega a 20% o custo mínimo para controlar o dinheiro, com gastos da tesouraria e transporte de valores. Em um sistema de gestão de dinheiro automatizado, segundo Marcelo Almeida, as notas e as moedas são contabilizadas e validadas automaticamente, gerando um relatório final com todos os valores depositados ao longo do dia, o processo de reconciliação é otimizado. Com o cofre inteligente, Edu Brasília garante a contagem de dinheiro de maneira automática, com monitoramento de volume de caixa, além de contar com integração com as empresas de transporte de valor. “Hoje não vejo mais as minhas lotéricas sem os cofres inteligentes”, argumenta.

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