Haganá apresenta Luciano Caruso como diretor geral de tecnologia

O Grupo Haganá agora conta em seu time com o executivo Luciano Caruso, que acaba de assumir o cargo de diretor geral da empresa de tecnologia do grupo.

Caruso possui 28 anos de experiência no setor de segurança patrimonial e de serviços. Atuou em áreas que vão desde vendas, marketing e planejamento estratégico, passando por operações de tecnologia. Criou o inovador Clube da Segurança na Graber, proteção executiva, até gerenciamento de riscos e crises. Foi um dos sócios fundadores do Jornal da Segurança e do GUS – Guia do Usuário de Segurança, além de coautor da Cartilha de Segurança do Secovi e da série “How to Protect People and Proprety in Brazil” da Amcham. Tem como formação bacharel em Desenho Industrial pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e pós-graduação em CMM (Certificate Marketing Management) pelo Insper/IBMEC. Possui diversos cursos de especialização em gestão de segurança, como Planejamento em Grandes Instalações e Gerenciamento de Crises pela Barry University (EUA); Sistemas de Alarmes Wireless pela ITI University (EUA); Gestão de Segurança Empresarial pela Universidad Pontificia Comillas (ESP); e Negociação de Sequestros pela Control Risks (USA).

“Meu desafio na Haganá será trazer cada vez mais a tecnologia para A Haganá tem o conceito israelense de se fazer segurança, o que significa ter como foco a defesa e proteção de vidas humanas dentro da operação, seja para controlar mais os nossos vigilantes, dar mais produtividade ou entregar um serviço mais tangível, tanto para o cliente quanto para o mercado de uma forma geral”, falou Luciano.

A Haganá desenvolve algumas soluções próprias em segurança eletrônica, como sistema de reconhecimento facial e controle de rondas, mas também conta com parceiros, como Axis, Hikvision e Intelbras, para compor os projetos de segurança que realiza.

“Nós conseguimos fazer todo o projeto de segurança eletrônica para o cliente, desde controle de acesso, câmera, biometria, alarme, pronta resposta até vigilância, portaria física e remota, recepção e limpeza. É um serviço completo que o cliente pode deixar na mão de uma empresa só”, explicou Caruso. “Temos um viés de segurança muito forte. Por exemplo, se o vigilante tocou o botão de pânico e ele informa a senha e contrassenha corretamente, ou seja, supostamente está tudo bem, mesmo assim nós enviamos uma pronta resposta, porque temos essa cultura, pensamos na possibilidade de o vigilante estar sendo coagido, então fazemos uma dupla checagem. Isso traz um custo maior, mas demonstra a força da marca, a preocupação com a qualidade do serviço prestado”, contou

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