Apoiado pela AK Networks, o projeto é um dos maiores investimentos nos últimos anos, para proteger o perímetro da rede, acesso entre usuários, aplicações e dados
Em busca de obter maior capacidade de defesa contra ameaças cibernéticas e melhora no desempenho para acesso às aplicações corporativas, o Grupo Protege, referência nacional em soluções integradas de segurança e logística de alto valor, investiu R$2,7 mi em sua estrutura de cibersegurança. Em parceria iniciada com a AK Networks, o Grupo visa a proteção digital de sua operação crítica, que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, com mais de 12 mil colaboradores em mais de 60 unidades.
“Operamos em ambiente híbrido, que exige acesso seguro dos usuários a aplicações e recursos corporativos, independentemente da localização. Por isso, decidimos investir estrategicamente na proteção contra ameaças cibernéticas, cada vez mais coordenadas, sofisticadas e ágeis. Fortalecer a segurança dos acessos, a prevenção contra vazamento de dados sensíveis, além de aplicar políticas mais rigorosas de navegação web, eram os principais desafios”, conta Ivan Burti, gerente de Segurança da Informação (CISO) do Grupo Protege. Segundo ele, essa visão é fundamental para preparar o Grupo, contra riscos severos às finanças e à reputação: ransomwares e tentativas de transferência indevida de valores.
De acordo com Burti, a escolha da consultoria levou em conta a capacidade de conduzir projetos de transformação para ambientes híbridos e multi-nuvem, por meio de uma análise aprofundada da infraestrutura tecnológica para propor soluções aderentes às necessidades específicas do negócio da companhia. Também pesaram a expertise da AK Networks no cenário nacional e internacional de cibersegurança e a parceria estratégica com a Zscaler, cuja plataforma tem a capacidade de substituir tecnologias legadas, reduzir o número de licenças e otimizar os custos do projeto.
“A continuidade dos nossos negócios depende diretamente da agilidade e da qualidade da segurança digital, especialmente diante da migração dos criminosos do ambiente físico para o cibernético. Já registramos melhora na velocidade de acesso aos sistemas, maior consistência nas políticas de proteção e excelente aceitação dos usuários, preservando a produtividade. Isso comprova a assertividade de criar condições para sustentar o crescimento do negócio com resiliência”, conclui Burti.
Mesmo em fase inicial de implementação, o projeto apresenta ganhos financeiros e operacionais expressivos. A otimização de licenças e a substituição de tecnologias legadas geraram um ganho direto (ROI) de aproximadamente R$600 mil, com estimativa de alcançar R$1,5 milhão em economia até a conclusão do roadmap. O projeto abrange as áreas corporativas mais sensíveis do Grupo, incluindo sua operação de fintech.
Acesso seguro baseado em Zero Trust
De acordo com André Oliveira, CTO da AK Networks, depois de avaliações estratégicas de consolidação de tecnologias, ampliação da segurança da informação e otimização das operações do Grupo Protege foram definidas soluções para segurança da navegação (ZIA), prevenção contra vazamento de dados (DLP) e acesso seguro a aplicações privadas (ZPA). As soluções da Zscaler permitiram um avanço na arquitetura de Zero Trust sem comprometer a experiência dos usuários.
O projeto foi estruturado em torno do conceito de Zero Trust Network Access (ZTNA), que garante acesso seguro apenas às aplicações autorizadas, verificando continuamente identidade, dispositivo e contexto de cada conexão. Ou seja, sempre que a plataforma detecta uma mudança de postura ou comportamento suspeito, a conexão é imediatamente interrompida e novos acessos semelhantes são bloqueados, reduzindo os riscos de comprometimento de credenciais de colaboradores, parceiros e fornecedores.
“Esse modelo amplia a proteção contra acessos originados por terceiros e reduz os riscos decorrentes de vulnerabilidades existentes na cadeia de suprimentos digital, uma vez que nenhuma conexão é considerada confiável por padrão e toda tentativa de acesso é continuamente validada”, explica Burti.
A AK Networks também acompanhou a definição de políticas mais rigorosas para navegação na internet, incluindo bloqueio de acesso a sites de risco, inspeção de tráfego criptografado e controles para evitar o compartilhamento indevido de informações sensíveis. “A simples adoção de soluções de proteção cibernética não resolve os desafios representados pelas ameaças cada vez mais sofisticadas que surgem diariamente; é preciso implementar regras que possam ser compreendidas, praticadas e bem aceitas pelos colaboradores, gerando maior engajamento de todos para a proteção dos dados da companhia e de seus clientes”, acrescenta o CTO da AK Networks.

