Desvendando o futuro da energia: por que usinas fotovoltaicas exigem avanços urgentes em segurança?

O Brasil é um dos países mais sustentáveis na produção de eletricidade, e a fonte solar fotovoltaica é responsável por 12% desse fornecimento nacional. O futuro avança em direção a energia limpa e renovável e as usinas fotovoltaicas têm conquistado cada vez mais protagonismo no mundo.

No entanto, muitos ignoram a necessidade de uma segurança física redobrada nessas instalações, uma vez que cada vez mais criminosos têm tornado parques solares e usinas fotovoltaicas um alvo fácil para roubo de equipamentos e cabos, como conversores, placas solares e fios de cobre.

Recentemente, na cidade de Patrocínio, em Minas Gerais, por exemplo, dois ladrões invadiram uma usina solar, com a participação do guarda noturno do local, e subtraíram mais de R$ 1 milhão em aparelhos.

Tal crime não é algo exclusivo do Brasil. Em janeiro deste ano, no Reino Unido, a polícia recuperou centenas de painéis roubados de uma série de parques solares da região. Já na Austrália, o alvo foram os cabos: um homem roubou US$ 130 mil em fios de cobre, ferramentas e um veículo de uma instalação de energia. O que agrava ainda mais a situação, é que esses equipamentos são difíceis de rastrear e identificar, sendo um atrativo extra para os criminosos.

Esses fatos mostram como os riscos para os parques solares são reais e a importância de combater as ameaças antes que elas se tornem uma ocorrência grave. Entretanto, utilizar apenas equipamentos convencionais, como cercas e câmeras, além de ser uma aplicação dispendiosa, ainda é suscetível a falhas.

A chave para tornar esses locais seguros é a implantação de soluções de segurança ativas e preventivas, embarcadas com inteligência artificial, que detectam, identificam e reportam invasões, comportamentos anormais, pessoas e veículos não identificados em áreas específicas, entre outros eventos.

É o caso do radar de segurança Magos, uma solução israelense disponível no Brasil através da distribuidora Ôguen, que carrega em sua composição uma tecnologia avançada para a cobertura de grandes áreas. O equipamento cobre a incrível metragem de mais de meio milhão de metros quadrados com apenas 1 (um) aparelho, detectando seres humanos, veículos, barcos e aeronaves não tripuladas com até mil metros de distância do ponto de interesse, fornecendo à equipe de operação uma vantagem de tempo e consciência situacional para intervir na ocorrência antes que ela chega a se tornar um problema.

Além disso, a solução mantém um alto desempenho mesmo diante de intempéries, como chuvas, tempestades, neblinas e calor ou frio extremo. Outro benefício do radar Magos é o seu custo de implantação e manutenção. Ao contrário de câmeras e alarmes, essa tecnologia não precisa de grandes infraestruturas para funcionar, podendo transmitir as informações por sinais via rádio e ser alimentada por energia solar, descartando altos custos com fiação. Sua manutenção também é mínima, garantindo um bom retorno de investimento ao longo do tempo.

“Trouxemos os radares Magos para o Brasil porque é uma solução diferente de tudo o que existe no mercado. Sua capacidade de abertura de ângulo, altura da instalação, cobertura de área, quantidade de detecção de alvos simultâneos, é de uma qualidade e avanço nunca visto antes no país. Queremos garantir que as instalações brasileiras tenham o melhor produto para se protegerem de criminosos”, falou Hen Harel, CEO da Ôguen.

Para ver o radar Magos em ação, confira o vídeo abaixo:

E para saber mais sobre como funcionam os radares e como utilizar no seu projeto, acesse: www.oguen.com ou entre em contato pelo número 11 93389-8133.

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