Convenção de Segurança Aeroportuária reúne mais de 460 profissionais dentro do Aeroporto de Congonhas

Terceira edição do modelo Convenções, do ecossistema CT Hub, levou gestores de segurança das principais companhias aéreas do país para debater tendências e tecnologia no lugar onde a operação acontece


Mais de 460 profissionais passaram pelo Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira, 20 de agosto, para a Convenção de Segurança Aeroportuária. Terceira edição do modelo Convenções em menos de cinco meses, o encontro confirma o interesse do mercado por eventos que acontecem dentro da operação do cliente final.

Exclusivo para gestores de segurança, o evento reuniu no mesmo espaço os profissionais que respondem pela segurança das principais companhias aéreas em operação no Brasil. Participaram Klaus Brum, coordenador sênior de Segurança Corporativa da LATAM, Renato Achoa, diretor de Quality, Safety and Security da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, Adriano Venditti, head of Safety da LATAM Airlines, Gabriel Casella, comandante e Safety/Risk Management da GOL Linhas Aéreas, Youssef Bannout, security manager da American Airlines, e Kely Góis, manager Security and Safety da Aero Rio Táxi Aéreo.

O debate ganhou também a perspectiva de grandes corporações de outros segmentos, com Caio Eduardo Silva, gerente de Inteligência e Tecnologia de Segurança do Banco Itaú, e Cristian Cândido, gerente executivo de Segurança e Prevenção de Perdas do Grupo Casas Bahia. A condução ficou a cargo de Alan Fernandes, gerente de Segurança do Santander, como mestre de cerimônias, com moderação de Raphael Mouro Fernandez, general operation manager da AENA.

A programação combinou apresentações sobre tendências, cases e novas tecnologias aplicadas à segurança com o contato direto entre o público e as marcas expositoras, que levaram demonstrações de produtos para o espaço do evento.

Das 18h às 20h, o coquetel de encerramento transformou a última parte da tarde em networking. Foram duas horas de conversas entre profissionais de segurança em um ambiente restrito a quem atua na ponta da operação. Para boa parte do público, esse é o momento mais produtivo do formato, quando as apresentações do palco viram conversa de corredor e as demandas de cada operação encontram quem tem a solução.

A escolha do endereço não foi apenas um detalhe, realizar o encontro dentro de um dos aeroportos mais movimentados do país é a essência do modelo Convenções, criado pelo ecossistema CT Hub para levar o mercado de segurança eletrônica até a operação que ele atende. A primeira edição aconteceu em abril, dentro do Concais, em Santos, dedicada ao setor portuário e a segunda, em junho, tratou de infraestrutura crítica no Pátio Guido Caloi, em São Paulo.

Com o resultado de Congonhas, o formato consolida uma curva de crescimento em menos de cinco meses e reforça a leitura de que o público de segurança busca ambientes restritos, com conteúdo técnico e troca de experiências entre pares. Em segurança, como repetiram os participantes das edições anteriores, não se concorre, e sim se compartilham soluções, aprendizados e parcerias.

Compartilhe:

Inscreva-se na nossa newsletter e fique por dentro de tudo o que acontece no mercado de segurança

Notícias Relacionadas