Condomínios recorrem a portaria remota para combater a violência

O Brasil está cada vez mais vertical. Nos últimos 35 anos o número de apartamentos no país cresceu 321%, totalizando mais de 10 milhões de edifícios residenciais espalhados por todo o território nacional.

Uma das razões que motivam os brasileiros a morarem em condomínios verticais é a possibilidade de ter mais segurança, mas criminosos têm usado diferentes táticas para invadir e roubar os complexos.

Estatisticamente, as invasões acontecem 25% por falta ou falha da tecnologia, como câmeras e alarmes, e 75% por problemas no protocolo de segurança ou falha na atuação humana, seja por despreparo ou desatenção do profissional.

Por isso, muitos condomínios têm optado pelo sistema de portaria remota para combater a violência. A solução realiza a distância, por meio de uma central de controle com operadores treinados, o monitoramento e o controle de acesso de moradores, visitantes e prestadores de serviço 24 horas, sem interrupções.

“Uma das principais razões da ocorrência de arrastões, furtos e roubos nos apartamentos é justamente a falha humana. O porteiro presencial muitas vezes é multitarefa, precisa atender interfone, liberar o acesso à garagem, atender o morador que foi até a portaria, tudo ao mesmo tempo. Nos horários noturnos, esse profissional pode acabar dormindo ou ainda ser pego como refém dos bandidos, deixando todos no complexo em uma situação vulnerável. Com a portaria remota isso não acontece, porque a central de monitoramento é focada em realizar o trabalho que foi designado, sem distrações, além disso os operadores – que passam por treinamento e capacitações constantes – são supervisionados todo tempo por líderes que verificam se tudo está sendo realizado conforme o procedimento determinado. Com um porteiro convencional não existe essa possibilidade, se ele fizer algo errado, não tem ninguém para avisá-lo que está incorreto, portanto não tem como corrigir e ele segue fazendo da forma errada, ficando um círculo vicioso que só piora”, explicou o especialista em segurança e diretor da Égide Service, Thiago Compri.

Além de câmeras embarcadas com inteligência artificial, alarmes e controle de acesso, a empresa de portaria remota também define um “dedo de pânico”, caso um meliante tente render o morador para conseguir acessar as dependências do prédio. Dessa forma, ao inserir a biometria para liberar a entrada, o morador utiliza o dedo previamente cadastrado para situações de perigo, alertando silenciosamente a central de monitoramento sobre a ameaça.

“Em um caso como esse, se fosse uma portaria convencional, o porteiro nem iria perceber que o morador estava em uma situação de sequestro, ele faria a liberação pensando que o criminoso é um amigo da vítima, e colocaria todos os moradores em risco”, disse o especialista. “A portaria remota é importante tanto para a segurança das pessoas que moram no local como para os próprios profissionais, uma vez que eles saem de uma situação de exposição e risco para atuarem em uma central segura, que permite que eles possam desempenhar suas funções de maneira mais protegida”, concluiu Thiago.

A Égide Service é uma das maiores empresas de terceirização de centrais de monitoramento e segurança eletrônica do Brasil e é pioneira no mercado. Para saber mais como funciona a central de monitoramento terceirizada, entre em contato pelo link: www.egideservice.com.br.

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