Como proteger centros de distribuição de criminosos

Os centros de distribuição (CD) brasileiros são alvos constantes de criminosos, que invadem as instalações fortemente armados, rendem os funcionários e roubam veículos e mercadorias de alto valor agregado das empresas, gerando prejuízos de milhares e até milhões de reais. A rede de supermercado Carrefour, por exemplo, teve o seu CD no Rio de Janeiro invadido três vezes por criminosos, sendo que na última vez, o roubo ultrapassou mais de R$ 120 mil em perdas. O modus operandi  foi o mesmo: cerca de 40 bandidos encapuzados invadiram o local com fuzis e fizeram alguns funcionários reféns.

Além do dano material, ações como essa ainda deixam marcas tanto nos colaboradores quanto na reputação das empresas, ampliando ainda mais os prejuízos causados. “Realizar a segurança de centros de distribuição é um grande desafio porque são instalações muito grandes e com alto tráfego de veículos e pessoas. Por isso, o projeto exige uma abordagem de segurança em camadas para proteger o local, começando pela área do perímetro”, explicou Hen Harel, especialista em segurança e CEO da Ôguen.

Segundo o especialista, uma das estratégias é expandir a linha de visão permitindo que invasores sejam detectados antecipadamente, ou seja, quando ainda estão distantes dos armazéns e das pessoas. O radar Magos, por exemplo, realiza a cobertura de 50 mil até 500 mil m² com apenas um equipamento, e detecta pessoas, animais e veículos a uma distância de até 1.000 metros. Isso permite que os operadores sejam avisados pela solução preventivamente sobre uma não conformidade, podendo agir rapidamente contra o evento.

“Os radares têm a capacidade de detectar até 100 alvos ao mesmo tempo e classificá-los. Além disso, na plataforma de gestão do radar é possível criar zonas de alarme, determinando níveis de prioridade por camadas com tratamentos diferenciados, ou seja, quanto mais perto da propriedade, mais urgente é a ocorrência, por exemplo”, falou Hen Harel.

A solução é resistente a intempéries, como chuvas e calor excessivo, e mantém o desempenho independente da condição de luz, podendo detectar alvos mesmo em completa escuridão.

“Muitos centros de distribuição ficam reféns das câmeras de segurança, dessa forma, caso ocorra uma tempestade ou um episódio de neblina, por exemplo, a propriedade fica vulnerável a invasões. Ao integrar câmeras PTZ com o radar Magos, o projeto fica completamente protegido, porque mesmo que a câmera não consiga trazer a imagem da situação para o operador, ele já recebe a informação do radar sobre quantas pessoas estão invadindo, se estão a pé ou em veículos, entre outras informações”, disse o engenheiro Kleber Reis, diretor comercial e de operações da  Ôguen.

Para saber mais sobre como funcionam os radares e se ele é ideal para o seu projeto, acesse: www.oguen.com ou entre em contato pelo número 11 93389-8133.

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