Positivo SEG identifica mudança nos hábitos de videomonitoramento em pequenos negócios

Câmeras Wi-Fi, que eram usadas para fins de segurança residencial, passam a apoiar as rotinas operacionais de empreendedores, que as utilizam para acompanhar operações, equipes e situações do dia a dia, mesmo remotamente


O videomonitoramento deixa de ser apenas uma ferramenta de segurança para se tornar um aliado da gestão dos pequenos negócios. É o que identifica a Positivo SEG, unidade de negócios e segurança eletrônica da Positivo Tecnologia. Com a crescente adoção das câmeras Wi-Fi e do acesso remoto pelo celular, empreendedores deixaram de utilizar as câmeras exclusivamente para fins de segurança e passaram a empregá-las também para acompanhar a operação, supervisionar equipes e administrar estabelecimentos à distância, de qualquer hora e lugar.

“O pequeno empreendedor sempre precisou acompanhar a operação mesmo quando estava fora do negócio, mas antes fazia isso por telefone ou dependia de terceiros. Hoje, a tecnologia permite que ele tenha visibilidade, em tempo real, do que acontece na empresa, tome decisões mais rápidas e gerencie a operação com mais eficiência”, afirma Oscar Hilgert, diretor comercial da Positivo SEG.

O movimento ocorre em meio à expansão do mercado brasileiro de segurança eletrônica. Segundo a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), o setor ultrapassou R$ 16 bilhões em faturamento em 2025, o que representa um crescimento de 16,2% em relação ao ano anterior. Para 2026, a entidade estima uma expansão de 18,8%.

A evolução tecnológica também ajuda a explicar a transformação do setor: 85,7% dos produtos fabricados pela indústria já incorporam recursos de inteligência artificial.

Mudanças que refletem o dia a dia

A percepção da Positivo SEG é sustentada, inclusive, pelo comportamento de sua própria base de clientes. Em 2025, a empresa observou um aumento consistente na procura por câmeras Wi‑Fi, especialmente entre pequenos negócios que passaram a utilizar os equipamentos para finalidades que vão além da vigilância tradicional

Na prática, o acesso remoto permite acompanhar momentos específicos da operação, como a abertura e o fechamento do estabelecimento, a movimentação em determinados horários, as entregas de mercadorias e o cumprimento de procedimentos. Além disso, as imagens ficam disponíveis para consulta em tempo real ou posterior.

“Essa é uma mudança importante de comportamento. O empreendedor não quer, necessariamente, passar o dia olhando para uma tela. Ele quer ter acesso à informação quando precisa tomar uma decisão, verificar uma situação ou entender o que aconteceu. A câmera mantém sua função essencial de proteção, mas passa a ser também uma fonte de informação sobre o negócio”, diz Oscar.

Novas possibilidades a partir da tecnologia

A mudança acompanha uma realidade comum entre pequenos empreendedores: a necessidade de administrar diferentes frentes do negócio sem estar presente o tempo todo. Nesse cenário, a conectividade amplia a autonomia para consultas e reduz a dependência da presença física do empresário ou gestor.

Uma das diferenças está justamente na simplificação da tecnologia. Enquanto sistemas tradicionais de CFTV podem demandar cabeamento, gravadores dedicados e uma infraestrutura específica de instalação, as câmeras Wi-Fi oferecem alternativas mais simples para determinados perfis de pequenos negócios, com conexão à rede do estabelecimento e possibilidade de acesso remoto por aplicativos, inclusive pelo celular.

Além disso, recursos como detecção e diferenciação entre pessoas, veículos e animais, definição de áreas de interesse e notificações automáticas ajudam a reduzir alertas desnecessários e permitem que o usuário concentre sua atenção em situações relevantes. “Com o constante avanço da inteligência artificial, os equipamentos devem evoluir cada vez mais em direção à interpretação de eventos e padrões”, conclui o executivo.

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